Novembro - Havíamos de falar do amor

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“O amor não é mais do que uma sensação geral de bem-estar acompanhada pela ideia de uma causa externa”, dizia Espinoza, que viveu sempre em celibato.

Será o amor uma ideia humana ou coisa mais antiga? E nascerá do corpo ou no espírito? Passamos os dias à procura de amor e precisamos dele como de água, ou Sol ou alimento. Mesmo não sabendo do que se trata, mesmo que nem sempre o consigamos manter.

Pode um conceito tão fundamental ser tão desconhecido? E a quem podemos perguntar? À ciência ou à poesia? Como havemos de olhar para o que “arde sem se ver”?

 

 Paulo Ribeiro Claro              Sérgio Godinho       

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Paulo Ribeiro Claro nasceu em Viseu (1960) e é professor associado com agregação no Departamento de Química da Universidade de Aveiro e membro do Laboratório Associado “Centro de Investigação em Materiais Cerâmicos e Compósitos” (CICECO). Licenciou-se em Química – ramo Científico (1984) e obteve o Doutoramento em Ciências – Estrutura Molecular (1987) na Universidade de Coimbra.

É autor/co-autor de cerca de 120 artigos científicos em revistas internacionais da especialidade e co-autor de um manual universitário. Lecciona disciplinas na área da Química-Física e orienta estudantes de mestrado e doutoramento na mesma área.

Também se dedica à Divulgação e Comunicação de Ciência, com participação activa na organização das “Olimpíadas de Química”, desenvolvimento de demonstrações de química, apresentação de “cafés de ciência” (como “A Química do Amor”), e colaboração regular em programas de rádio (“Eureka!”/TSF e “Click!”/Antena 1). Recentemente, foi investigador responsável pelo projecto multimédia “A Química das Coisas”/RTP2/SicK.

Foi membro do conselho directivo da associação europeia Euroscience e dirigente da Sociedade Portuguesa de Química de 2000 a 2009. Coordena as actividades de promoção e divulgação no Departamento de Química da Universidade de Aveiro.
 

Sérgio Godinho nasceu no Porto em 1945. Começou por estudar psicologia mas rapidamente se dedicou ao teatro e à música, tendo lançado o seu primeiro álbum de originais, intitulado “Os Sobreviventes”, em 1971. Seguiram-se muitos outros, com inúmeros sucessos, diversos prémios e colaborações com músicos nacionais e internacionais.

O maior elogio que se pode fazer a Sérgio Godinho é simplesmente citar os títulos de algumas das suas músicas: “O Primeiro Dia”, “A Noite Passada”, “É Terça-Feira”, “Com um Brilhozinho nos Olhos”, “Espectáculo”, “Lisboa que Amanhece”, “Dancemos no Mundo”... E não é preciso dizer muitos mais, porque as palavras cantam sozinhas na memória.

Para além da sua produção musical e de algumas incursões pelo cinema e pela televisão, Sérgio Godinho é também autor de livros infantis, de poesia (O Sangue por um Fio, Assírio e Alvim, 2009) e de crónicas, reunidas em 2012 no livro “Caríssimas 40 canções” com ilustrações de Nuno Saraiva.

 

 

Outubro - Havíamos de falar do mal

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Estamos todos familiarizados com o mal e não há dia em que não nos confrontemos com ele. Vem nos livros de História, nos telejornais, chega-nos da boca de familiares e amigos, entra-nos pelos olhos quando menos esperamos. Mas, afinal, o que é mal? É qualquer coisa de humano ou anterior a nós? É inevitável? É congénito? É arbitrário ou deliberado? É uma invenção do Homem, de Deus ou do diabo? Pode o mal ser eliminado pela civilização ou apenas tornar-se mais sofisticado e subtil?

E para nós? E para quem o pensa, o estuda e o escreve, o que é, afinal, o Mal?

 

 Anselmo Borges                 Valter Hugo Mãe

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É padre da Sociedade Missionária da Boa Nova.
Professor de Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, rege as cadeiras de Antropologia Filosófica, de Filosofia da Religião e de Ética e orienta um seminário sobre Mulheres e Religiões, no mestrado e no doutoramento em Estudos Feministas. É colunista do Diário de Notícias sobre temas religiosos.
  Nasceu em Saurimo, Angola, em 1971.
Licenciou-se em Direito e é pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Publicou os romances: o nosso reino (2004); o remorso de baltazar serapião (2006), Prémio José Saramago; o apocalipse dos trabalhadores (2008); a máquina de fazer espanhóis (2010), Grande Prémio Portugal Telecom e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano em 2012; e O Filho de Mil Homens (2011).
A sua poesia compreende 11 títulos, todos esgotados, e encontra-se reunida no volume contabilidade (2010). Escreveu ainda cinco livros ilustrados para os mais novos. É vocalista do grupo musical Governo. Escreve as crónicas Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras, Artes e Ideias, e Casa de Papel na revista de domingo do jornal Público. Publica mensalmente um conto erótico na edição portuguesa da Playboy.
O seu romance mais recente intitula-se A Desumanização.

 

 

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