Para Que Serve o Trabalho?

 trabalho

   

Trabalhamos para viver ou vivemos para trabalhar? Trabalhamos pelo dinheiro, para construir uma carreira, por vocação? E quantas horas devemos trabalhar? E quantos anos? Com a tecnologia a ocupar progressivamente o lugar dos humanos, como será o trabalho do futuro? Teremos escravos robóticos ou seremos nós os seus súbditos?
Dia 18 de Maio vamos falar do trabalho com Pacheco Pereira, historiador, político e comentador, e Alexandre Soares dos Santos, empresário. Às 18:00 no Teatro Aveirense.

 

José Pacheco Pereira  
 

  Alexandre Soares dos Santos

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José Pacheco Pereira nasceu no Porto, em 1949. Participou na luta contra a ditadura antes do 25 de Abril. Foi professor de vários graus de ensino. Foi deputado na Assembleia da República e no Parlamento Europeu, e dirigente do PSD. Publicou mais de uma dezena de livros sobre História e Política. Colabora regularmente na imprensa escrita, na rádio e na televisão. É autor do programa da SIC Notícias Ponto Contraponto e faz parte do painel do mais antigo debate político português: a Quadratura do Círculo. É autor dos blogues Abrupto, Estudos sobre o Comunismo e Ephemera. Dedica-se desde há muito à preservação de livros, periódicos, documentos e objetos ligados à memória da história contemporânea portuguesa. Criou e mantém o Arquivo / Biblioteca Ephemera, o maior arquivo privado português. Em 2005 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.   Alexandre Soares dos Santos nasceu na cidade do Porto em 1934. Frequentou o curso de Direito na Universidade de Lisboa que abandonou para trabalhar na multinacional anglo-irlandesa Unilever, onde viria a assumir funções como director de marketing da Unilever Brasil entre 1964 e 1968. Em 1968 passou a integrar o Conselho de Administração do Grupo Jerónimo Martins, como administrador-delegado, tendo assumido posteriormente funções como presidente da Comissão Executiva, cargo que acumulou com o de presidente do Conselho de Administração, de 1996 a 2004. Em 2009 criou, junto com sua família, a Fundação Francisco Manuel dos Santos, que é responsável pelo portal “Pordata”, Base de Dados do Portugal Contemporâneo, e por uma colecção de livros de ensaio sobre temas da actualidade.
É Grande-Oficial da Ordem Civil do Mérito Agrícola, Industrial e Comercial e foi ainda agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e a Grã-Cruz da Ordem do Mérito.

 

 

 

Para Que Serve a Língua Portuguesa?

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O que podemos dizer em português que não possa ser dito numa outra língua? Qual a história da nossa língua? Quais as suas vantagens e os seus limites? Que língua é esta? Onde se centra? Lisboa, Rio de Janeiro, Luanda, Maputo? Até que ponto seremos filhos de Camões, Pessoa ou Machado de Assis? Que futuro é o nosso? Vamos brincar com a língua, falar com ela e falar dela, com Elza Miné, professora na Universidade de São Paulo, e Sandro William Junqueira, escritor, declamador e tudo!

 

Elza Miné   
 

  Sandro William Junqueira

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Elza Miné possui graduação em Letras Neolatinas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1957), Doutoramento em Letras (Literatura Portuguesa) pela Universidade de São Paulo (1970), Pós Doutoramento no King's Colege da Universidade de Londres (1973), Livre Docência pela Universidade de São Paulo (1991). Actualmente é professora visitante do Programa de Pós Graduação em Estudos Literários na Universidade de Mato Grosso, e professora colaboradora (aposentada) da Área de Pós Graduação Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa na Universidade de São Paulo. É pesquisadora Senior do CNPq, tem trabalhos no campo da Crítica Textual (autores modernos) e na Área de Letras, actua principalmente nos seguintes temas: Eça de Queirós, Geração de 70, Jornalismo e Literatura, Relações Literárias Brasil-Portugal na segunda metade do século XIX.   Sandro William Junqueira nasceu em 1974 em Umtali, na Rodésia. Experimentou a música, a escultura e a pintura. Foi designer gráfico. Diz poesia e trabalha regularmente como actor e encenador. Lecciona expressão dramática. É autor de projectos e ateliês de promoção do livro e da leitura. Publicou O Caderno de Algoz (2009), Um Piano para Cavalos Altos (2012), No Céu Não Há Limões (2014) e o livro infantil A Cantora Deitada (2015). Foi um dos onze escritores da novela policial O Caso do Cadáver Esquisito (Associação Cultural Prado, 2011) e autor de um dos contos da colectânea Dez Contos para Ler Sentado (Caminho, 2012).

 

 

 

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Para que serve a escola? Quanto do que sabemos foi aprendido na escola e quanto fora dela? É mais importante a sala de aula ou o recreio? E para que nos servem hoje as equações de segundo grau, o teorema de Pitágoras ou os sonetos do Camões?

O tempo que passámos na escola marcou-nos a personalidade e a vida, dia 24 de Fevereiro vamos voltar aos bancos da escola para discuti-la e recordá-la. Contamos com a ajuda de António Tavares, escritor, vencedor do prémio Leya 2015, e Arsélio Martins, professor e comunicador, vencedor do Prémio Nacional de Professor.

 

Arsélio Martins  
 

  António Tavares

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Arsélio Martins nasceu em 1947, em Santo André – Vagos. Licenciou-se em Matemática pela Universidade do Porto e foi professor do ensino liceal, básico e secundário a partir de 1972. Trabalhou em escolas em Vila Real, Espinho, Porto, Santo Tirso e Aveiro, e, como professor cooperante, em S. Tomé e em Cabo Verde.
Activista nos movimentos de docentes, sindicais e associativos. Foi presidente do conselho directivo e executivo da Escola José Estêvão, director do Centro de Formação de Aveiro e membro do Conselho Coordenador da Formação Contínua de Professores.
Foi co-autor dos programas do ensino secundário de Matemática para a revisão curricular participada: Matemática A, Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Matemática dos Cursos Profissionais. Recebeu o Prémio Nacional de Professores, atribuído pelo Ministério da Educação em 2007.
  António Tavares nasceu em Angola em 1960, formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e é pós-graduado em Direito da Comunicação pela mesma universidade. Foi professor do ensino secundário e, actualmente, exerce o cargo de vice-presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Escreveu diversas peças de teatro, foi jornalista, fundador e director de A Linha do Oeste. Fundou e coordenou a revista Litorais. Em 2013 foi finalista do prémio Leya com a obra As Palavras Que me Deverão Guiar um Dia, e em 2015 acabou por vencer o mesmo prémio com o romance O Coro dos Defuntos.

 

 

 

Janeiro 2016

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“Feliz é aquele que ama ainda o que já amava no infantário”, disse Chesterton, pessimista e cândido, como um bom católico em terra de protestantes. O que nos faz felizes? Para que queremos ser felizes? É coisa que nos sirva ou uma quimera que nos alenta?
E onde buscar a felicidade? Que caminho até ela? A revolta ou a resignação? O conceito é humano, mas vai-nos escapando. Queremos tanto, e sabemos tão pouco. Vamos perguntar a quem se ocupa disso, Valter Hugo Mãe, escritor, e Fernando Alvim, radialista, apresentador televisivo, promotor de eventos e o último português feliz. Dia 20 de Janeiro, às 18.00, no Teatro Aveirense.

 

Valter Hugo Mãe  
 

  Fernando Alvim

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Valter Hugo Mãe Nasceu em Saurimo, Angola, em 1971. Licenciou-se em Direito e é pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Publicou os romances: o nosso reino (2004); o remorso de baltazar serapião (2006), Prémio José Saramago; o apocalipse dos trabalhadores (2008); a máquina de fazer espanhóis (2010), Grande Prémio Portugal Telecom e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano em 2012, e O Filho de Mil Homens(2011) e “A Desumanização” em 2013.
A sua poesia compreende 11 títulos, e encontra-se reunida no volume contabilidade (2010). Escreve ainda as crónicas Autobiografia Imaginária no Jornal de Letras, Artes e Ideias, e Casa de Papel na revista de domingo do jornal Público.
  Fernando Alvim nasceu em Mafamude em 1974. Iniciou a sua actividade de comunicador no Jornal e Rádio da Escola Secundária de Gondomar, passou pela Rádio Prisma, em Rio Tinto e nunca mais parou. Profissionaliza-se como locutor aos 17 anos na Rádio Press e em 1998 é convidado para a Rádio Comercial. Actualmente, trabalha na Antena 3, onde apresenta a Prova Oral.
Na televisão estreou-se na apresentação de Top-Rock (1998), para a TVI de onde sai para apresentar o Curto-Circuito no extinto CNL. Passa depois para a SIC Radical onde colaborou em projectos como Cine-XL, O Perfeito Anormal, O Homem da Conspiração e Boa Noite Alvim.
Publicou em 2008 o livro Alvim - 50 Anos de Carreira, o seu terceiro livro após No Dia em Que Fugimos Tu Não Estavas em Casa e Quatro Homens para Tantas Mulheres de que foi co-autor. Criou a Revista 365, de publicação bimestral e lançou o Festival Termómetro Unplugged, o Festival da Canção Alternativo, e a televisão online Speaky TV.
Actualmente, apresenta o 5 Para a Meia-Noite na RTP1.

 

 

 

Novembro 2015

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Para que serve a música? Porque gastamos tanta energia, tanto tempo e recursos a produzir e a ouvir música? Nenhum povo pôde passar sem ela, e com ela cortejamos, divertimo-nos, rezamos e até choramos. O que comunicamos através da música que não pode ser transmitido de outro modo?
Dia 18 de Novembro vamos ouvir Rita Redshoes, não a cantar, mas a falar da sua arte, a música por quem a pratica, e também Carlota Simões, que nos há-de explicar a relação entre a música e a matemática, poderá Bach ser explicado através de fórmulas numéricas? Venham perguntar connosco.

 

Carlota Simões 
 

 Rita Redshoes

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Carlota Simões é Professora Auxiliar no Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, licenciada em Matemática pela Universidade de Coimbra e doutorada em Matemática Aplicada (Teoria do Controlo) pela Universidade de Twente,
Países Baixos. Como formação musical tem o Curso Geral de Piano do Conservatório de Música de Coimbra.
Um dos seus principais interesses é a divulgação de Ciência, que concretiza através de artigos e palestras para o público em geral e livros e actividades lúdicas para crianças. É Directora do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, inaugurado em 2006 e instalado no Laboratório Chimico e no Colégio de Jesus da mesma universidade.
  Rita Redshoes, nome artístico de Rita Pereira é cantora e compositora, ex-vocalista dos Atomic Bees e ex-teclista de David Fonseca. Em 2008 lançou o seu primeiro álbum a solo como Rita Redshoes, de nome "Golden Era", seguido por Lights & Darks em 2010 e Life Is A Second Of Love em 2014. Em parceria com The Legendary Tigerman compôs as bandas sonoras da peça de teatro "O Jogador" (Tolstoi enc. Gonçalo Amorim) e dos filmes "O Facínora" (Paulo Abreu) e "Estrada de Palha" (Rodrigo Areias) com o qual recebeu o "Prémio Sophia" da Academia do Cinema Português. É porta-voz da Associação Fonográfica Portuguesa no combate à "pirataria" na Internet.

 

 

 

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